O momento que o Santos atravessa é preocupante.
A todo momento, lemos e ouvimos notícias relacionadas à negociação do atleta Neymar; à venda de jogo por um valor que fica longe dos valores arrecadados e embolsados por um empresário que encontrou terreno fértil para lucrar; conflito de interesses no órgão diretivo do clube; dispensa de um técnico acomodado e responsabilidade pelo pagamento de uma multa exagerada; contratação e manutenção de atletas que pouco ou nada renderam ao clube; manutenção de dirigentes de futebol com evidente défict de produção; inchaço da estrutura administrativa do clube; inchaço de elenco; questionamentos acerca da prometida transparência na gestão do clube; imobilismo; ineficiência de departamentos; e tantas outras mazelas, todas relacionadas à gestão do clube que escolhemos para torcer e amar.
Todas essas questões, com maior ou menor grau de importância, ficam muito longe do problema mais grave que identificamos no nosso momento atual. O problema que julgamos estar na própria raiz das demais dificuldades pelas quais passamos, e que diz respeito à própria governabilidade do clube.
Nossa percepção é a de que convivemos hoje com um Comitê de Gestão rachado e que, por vezes, decide de forma colegiada contra a vontade do real detentor do poder político do clube, contra aquele que recebeu os votos dos associados, contra aquele que os nomeou.
A crise e o racha interno já extrapolaram os muros da Vila Belmiro e são diariamente noticiados na mídia esportiva. Já nos acostumamos a ler e ouvir que o presidente queria algo e foi vencido pela maioria.
Beiramos uma crise de governabilidade, motivada sabe-se lá porque (quem sabe por ambições políticas, por projetos pessoais, por egos feridos, não importa). O que importa é que, para o clube, essa situação beira o insustentável.
A ONG Santos Vivo entende como legítimas todas as críticas pontuais feitas à atual gestão, e subscreve a maioria delas, muitas das quais bastante sérias e que merecem detida apuração. O que não pode aceitar, sob pena de nítido estelionato eleitoral, é o golpe branco, o isolamento do presidente e vice no cômputo de votos de um Comitê composto por pessoas que não foram sufragadas pelos associados, que eram de sua inteira confiança e que, por um ou outro motivo, já não são mais.
A insólita situação de racha no Comitê Gestor, com decisões majoritárias contra as convicções do presidente e vice-presidente, aqueles que receberam os votos do associado, é hoje o primeiro desafio a ser vencido.
Instamos a que o presidente do clube rompa o imobilismo e recomponha seu Comitê de Gestão, a bem da governabilidade do clube, e com a urgência que o assunto demanda, excluindo aqueles que agora destoam da unidade existente quando de sua indicação, e nomeando outros conselheiros que se afinem com o planejamento, com os compromissos e com as promessas de sua campanha.
Instamos a que o Conselho Deliberativo, sem qualquer óbice à governabilidade, acate qualquer pedido nesse sentido, para que o clube atravesse essa turbulência momentânea, e possa viver novos períodos de tranquilidade e de eficiência, tanto administrativa, quanto esportiva, que é a razão última de sua existência.
A ONG Santos Vivo entende que a unidade em relação à governabilidade é dever de todos os conselheiros, sejam eles de situação ou oposição. As disputas eleitorais são o único caminho que reconhecemos legítimo para o exercício do poder político no clube. Repudiamos firmemente qualquer outra manobra para dirigir o clube sem que se passe pelo crivo da votação dos sócios.
A todo momento, lemos e ouvimos notícias relacionadas à negociação do atleta Neymar; à venda de jogo por um valor que fica longe dos valores arrecadados e embolsados por um empresário que encontrou terreno fértil para lucrar; conflito de interesses no órgão diretivo do clube; dispensa de um técnico acomodado e responsabilidade pelo pagamento de uma multa exagerada; contratação e manutenção de atletas que pouco ou nada renderam ao clube; manutenção de dirigentes de futebol com evidente défict de produção; inchaço da estrutura administrativa do clube; inchaço de elenco; questionamentos acerca da prometida transparência na gestão do clube; imobilismo; ineficiência de departamentos; e tantas outras mazelas, todas relacionadas à gestão do clube que escolhemos para torcer e amar.
Todas essas questões, com maior ou menor grau de importância, ficam muito longe do problema mais grave que identificamos no nosso momento atual. O problema que julgamos estar na própria raiz das demais dificuldades pelas quais passamos, e que diz respeito à própria governabilidade do clube.
Nossa percepção é a de que convivemos hoje com um Comitê de Gestão rachado e que, por vezes, decide de forma colegiada contra a vontade do real detentor do poder político do clube, contra aquele que recebeu os votos dos associados, contra aquele que os nomeou.
A crise e o racha interno já extrapolaram os muros da Vila Belmiro e são diariamente noticiados na mídia esportiva. Já nos acostumamos a ler e ouvir que o presidente queria algo e foi vencido pela maioria.
Beiramos uma crise de governabilidade, motivada sabe-se lá porque (quem sabe por ambições políticas, por projetos pessoais, por egos feridos, não importa). O que importa é que, para o clube, essa situação beira o insustentável.
A ONG Santos Vivo entende como legítimas todas as críticas pontuais feitas à atual gestão, e subscreve a maioria delas, muitas das quais bastante sérias e que merecem detida apuração. O que não pode aceitar, sob pena de nítido estelionato eleitoral, é o golpe branco, o isolamento do presidente e vice no cômputo de votos de um Comitê composto por pessoas que não foram sufragadas pelos associados, que eram de sua inteira confiança e que, por um ou outro motivo, já não são mais.
A insólita situação de racha no Comitê Gestor, com decisões majoritárias contra as convicções do presidente e vice-presidente, aqueles que receberam os votos do associado, é hoje o primeiro desafio a ser vencido.
Instamos a que o presidente do clube rompa o imobilismo e recomponha seu Comitê de Gestão, a bem da governabilidade do clube, e com a urgência que o assunto demanda, excluindo aqueles que agora destoam da unidade existente quando de sua indicação, e nomeando outros conselheiros que se afinem com o planejamento, com os compromissos e com as promessas de sua campanha.
Instamos a que o Conselho Deliberativo, sem qualquer óbice à governabilidade, acate qualquer pedido nesse sentido, para que o clube atravesse essa turbulência momentânea, e possa viver novos períodos de tranquilidade e de eficiência, tanto administrativa, quanto esportiva, que é a razão última de sua existência.
A ONG Santos Vivo entende que a unidade em relação à governabilidade é dever de todos os conselheiros, sejam eles de situação ou oposição. As disputas eleitorais são o único caminho que reconhecemos legítimo para o exercício do poder político no clube. Repudiamos firmemente qualquer outra manobra para dirigir o clube sem que se passe pelo crivo da votação dos sócios.
Ong Santos Vivo
SP, 07 de junho de 2013.
Um comentário:
Marcello, belo comentário. Não tenho muitas informações sobre o ambiente diretivo interno do Santos, mas suas colocações tem bastante sentido. Acho o Comitê Gestor importante, mas realmente deve ser reciclado, de forma a não isolar o presidente (como parece acontecer), mas que também não seja totalmente conivente com quaisquer decisões, já que tem a função de aconselhar, pra não cairmos no erro de decisões personalistas (afinal, errar é humano). Estou feliz com o Santos, pois passaremos por uma reformulação total, jogadores, comissão técnica e diretiva. E teremos um mês pra isso. Abraços
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