Boa tarde Nação!
Informo aos torcedores, sócios e
conselheiros do clube, que a ONG SANTOS VIVO está aguardando a agenda e
disponibilidade do Presidente do Santos FC para uma reunião, a fim de
apresentarmos pessoalmente nossas posições e ideias.
Essa intenção já foi comunicada e estamos aguardando...
Essa intenção já foi comunicada e estamos aguardando...
Carta Aberta ao Presidente do Santos Futebol Clube
Ilmo. Sr. Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro
Prezado Senhor:
A ONG SANTOS VIVO acredita que apresentações mais detalhadas sejam desnecessárias, a esta altura. V.Sa. fez parte de nossos quadros num passado não muito distante e podemos assegurar que os mesmos ideais que moveram nossa instituição no passado, permanecem presentes nos dias de hoje.
Temos um quadro renovado e a certeza de que podemos contribuir, como contribuímos em outras ocasiões, com o clube que tanto amamos e que hoje é administrado por V.Sa.
Sejamos diretos:
À míngua de mais informações sobre o clube, temos a obrigação de manifestar a V.Sa extrema preocupação com o atual estágio das coisas na sua gestão.
V.Sa. prometeu, nas duas campanhas em que sagrou-se vitorioso, algo muito caro para nossos associados. Prometeu uma gestão profissional, moderna, ágil, com racionalização de custos e, sobretudo, transparente.
Lamentamos constatar que entre as promessas e a prática, há um longo caminho ainda a percorrer, e não nos furtaremos a apontar todas as mazelas que, em nossa opinião, nos impedem de cumprir a máxima que V.Sa nos fez acreditar, de que “O Santos pode mais !!!”.
O que pedimos é, basicamente, o que todos os sócios pedem: que nosso clube, mercê de uma administração eficiente, responda em campo com a disputa por títulos e seja realmente protagonista, ao invés de coadjuvante.
Cabe a V.Sa. nos entregar o que nos prometeu.
Em nossa visão, há problemas de todos os quilates, e se eles não forem enfrentados urgente e eficazmente, a lógica do futebol nos punirá.
Se nossos maiores problemas estiverem no modelo, que mude-se o modelo; se estiverem nas pessoas, que elas sejam substituídas.
O que não podemos fazer é esperar que esse modelo passe a funcionar com as mesmas pessoas, como num passe de mágica.
A ser verdadeira a percepção dos associados e da própria mídia, de que há uma disputa surda de poder no principal órgão de gestão do clube, perguntamos o que V.Sa. está esperando para solucioná-la de vez ?
A concepção do Conselho Gestor foi proposta de sua administração na reforma Estatutária. Se agora ela não funciona, precisamos entender o porquê. É o modelo ou são as pessoas que ali estão instaladas, por indicação de V.Sa ?
Esse parece ser o problema inicial, e mais importante, a resolver, porque dele decorrem “n” outros problemas que travam o clube e fazem com que ele se transforme em um conjunto de feudos, ou de capitanias hereditárias.
É necessário que V.Sa. promova, antes de mais nada, o que chamamos de CHOQUE DE AUTORIDADE.
Recomponha seu Conselho Gestor, afastando integrantes que não se afinem com a filosofia do clube, substituindo-os por outros quadros que participem com espírito colaborativo, e que não tenham olhos para a sucessão no clube. O pleito, bem o sabemos, ocorrerá somente no final de 2014, e até lá é necessário que o Conselho Gestor tenha foco exclusivo no agora.
Ao propor essa iniciativa, que cabe exclusivamente a V.Sa., não estamos pretendendo que o Conselho Gestor seja um mero homologador de suas decisões. Pretendemos que ele ao menos não atrapalhe, com antecipação de práticas e estratégias destinadas a garantir sucesso nas eleições futuras.
Se realmente é caso de racha, que se resolva isso agora, porque ingovernabilidade não é assunto que possa ser varrido para baixo do tapete.
O Santos pode muito mais do que isso, e V.Sa. é o catalizador desse processo. E será cobrado por suas omissões.
Depois de solucionada a autoridade, objeto do nosso primeiro choque, entendemos ser absolutamente inadiável um CHOQUE DE LEGALIDADE.
Sob essa rubrica, elencamos uma série de atitudes e providências necessárias para situar a administração do clube dentro dos trilhos estatutários, a começar pelo primeiro: a estrita observância da prometida TRANSPARÊNCIA.
Essa, estatuída no artigo 78, letra b, que impõe à administração do clube o dever de uma gestão transparente, é exigência inafastável como princípio e como prática administrativa.
O que mais temos lido e ouvido diz respeito a atos de gestão desprovidos de explicação e prestação de contas, consubstanciadas principalmente nas inúmeras cláusulas de confidencialidade nos contratos celebrados com terceiros.
Apartar-se da transparência aumenta a sensação de que algo que não pode ser divulgado acabou de ser feito pelo clube, criando uma imensa massa de associados perplexos com negócios mal explicados, como por exemplo, a recente venda do atleta Neymar e a negociação da transferência do jogo Santos x Flamengo, emblemático por ter se transformado no recorde de renda de partidas de futebol no Brasil.
É preciso vir a público para explicar a razão de termos negociado uma partida com esse potencial por módicos R$ 800.000,00 (como divulgado pela grande mídia), numa partida que rendeu aproximadamente 7 milhões de reais brutos !
O choque de legalidade abrange também os contratos que celebramos com terceiros, e que acabam gerando publicidade negativa. V.Sa, por certo se incomoda com manchetes do tipo “Santos tenta dar balão na DIS”, “Santos não paga empresa tal”, “Santos tenta esconder os reais valores da venda de Neymar”. Se V.Sa. se incomoda com isso, imagine como se sente o associado, que não pretende que o Santos seja visto no mercado como um contratante ardiloso !!!
E há também a questão do Fundo TEISA, que não é tão terceiro assim, mas que mantém relacionamento com o clube, sem que saibamos exatamente quais os membros do Conselho Gestor que dele participam, quais são os membros do Conselho Deliberativo, quais são as condições gerais dessa “parceria” e quais os resultados obtidos.
A legalidade e transparência também impõem que V.Sa divulgue os acionistas desse Fundo que exercem cargos ou funções no clube. E se algum acionista participar do Comitê Gestor, impõe-se a V. Sa. o seu imediato afastamento, por infringência expressa do art. 61, parágrafo terceiro, dos nossos Estatutos.
A mídia atribui a V.Sa a afirmação de que o modelo de gestão do clube, com a criação do Conselho Gestor, ainda que tenha sido uma ideia louvável, engessa as decisões do clube. Se é assim, passou da hora de voltarmos ao regime presidencialista puro, devendo V.Sa, que detém o capital político do clube, propor a alteração já tardia. É da natureza humana o erro, e certamente a Assembleia Geral aprovará uma alteração estatutária nesse sentido.
Por último, e com igual importância, é absolutamente necessário um CHOQUE DE GESTÃO.
Os erros de dimensionamento da máquina administrativa estão escancarados e confessados pela atual administração do clube. Não por outro motivo, o clube tem dado mostras de que funcionários estão sendo afastados por salários elevados, devendo ser substituídos por outros, de menor custo e maior eficiência.
O corte, acreditamos, deve ser mais profundo. As notícias que temos são de uma máquina administrativa inchada e ineficiente, agravada em sua gestão. É preciso cortar na carne, não somente na gordura. É preciso adequar-se à nova realidade econômica do país. É preciso entender que saúde financeira é exigência para a administração de um clube de futebol nos dias de hoje.
Políticas de estabelecimento de tetos salariais dentro do clube são mais do que necessárias e o mesmo vale para os atletas profissionais que mantém vínculos com o clube.
Não pretendemos ensinar nada a V.Sa., mas alertá-lo de que há outras formas de se enxergar a realidade, não somente aquela à qual se apega a Administração para gerir o dia-a-dia do futebol.
E sabemos, por observação do que ordinariamente acontece, que a responsabilidade orçamentária é implacável com os clubes que a transgridem.
Acreditamos que passou da hora de romper o imobilismo, a letargia, para a construção de um Santos melhor. E isso não é um mote eleitoral....é pauta de sobrevivência !!!
A ONG Santos Vivo deseja estabelecer um canal institucional de comunicação com o clube, mas é preciso que o clube se abra a tais questionamentos, e que sinalize a MUDANÇA em seus rumos administrativos, para que saiamos desse atual estado de coisas. E, por um princípio de absoluta transparência, publicará a presente carta em seu site, para conhecimento de toda a coletividade santista, não somente da direção do clube.
Aguardamos o pronto atendimento das providências acima elencadas, rubricadas como Choques, e nos colocamos à disposição do clube, não como um movimento chapa branca ou de oposição raivosa, mas com o equilíbrio da cobrança e crítica responsável, necessários ao aprimoramento do clube que escolhemos para amar.
A partir do estabelecimento do canal direto de comunicação e discussão, e do atendimento dessa proposta mínima necessária para recolocar o Santos nos trilhos, encaminharemos nossas pautas e sugestões para a construção de um Santos melhor.
Ilmo. Sr. Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro
Prezado Senhor:
A ONG SANTOS VIVO acredita que apresentações mais detalhadas sejam desnecessárias, a esta altura. V.Sa. fez parte de nossos quadros num passado não muito distante e podemos assegurar que os mesmos ideais que moveram nossa instituição no passado, permanecem presentes nos dias de hoje.
Temos um quadro renovado e a certeza de que podemos contribuir, como contribuímos em outras ocasiões, com o clube que tanto amamos e que hoje é administrado por V.Sa.
Sejamos diretos:
À míngua de mais informações sobre o clube, temos a obrigação de manifestar a V.Sa extrema preocupação com o atual estágio das coisas na sua gestão.
V.Sa. prometeu, nas duas campanhas em que sagrou-se vitorioso, algo muito caro para nossos associados. Prometeu uma gestão profissional, moderna, ágil, com racionalização de custos e, sobretudo, transparente.
Lamentamos constatar que entre as promessas e a prática, há um longo caminho ainda a percorrer, e não nos furtaremos a apontar todas as mazelas que, em nossa opinião, nos impedem de cumprir a máxima que V.Sa nos fez acreditar, de que “O Santos pode mais !!!”.
O que pedimos é, basicamente, o que todos os sócios pedem: que nosso clube, mercê de uma administração eficiente, responda em campo com a disputa por títulos e seja realmente protagonista, ao invés de coadjuvante.
Cabe a V.Sa. nos entregar o que nos prometeu.
Em nossa visão, há problemas de todos os quilates, e se eles não forem enfrentados urgente e eficazmente, a lógica do futebol nos punirá.
Se nossos maiores problemas estiverem no modelo, que mude-se o modelo; se estiverem nas pessoas, que elas sejam substituídas.
O que não podemos fazer é esperar que esse modelo passe a funcionar com as mesmas pessoas, como num passe de mágica.
A ser verdadeira a percepção dos associados e da própria mídia, de que há uma disputa surda de poder no principal órgão de gestão do clube, perguntamos o que V.Sa. está esperando para solucioná-la de vez ?
A concepção do Conselho Gestor foi proposta de sua administração na reforma Estatutária. Se agora ela não funciona, precisamos entender o porquê. É o modelo ou são as pessoas que ali estão instaladas, por indicação de V.Sa ?
Esse parece ser o problema inicial, e mais importante, a resolver, porque dele decorrem “n” outros problemas que travam o clube e fazem com que ele se transforme em um conjunto de feudos, ou de capitanias hereditárias.
É necessário que V.Sa. promova, antes de mais nada, o que chamamos de CHOQUE DE AUTORIDADE.
Recomponha seu Conselho Gestor, afastando integrantes que não se afinem com a filosofia do clube, substituindo-os por outros quadros que participem com espírito colaborativo, e que não tenham olhos para a sucessão no clube. O pleito, bem o sabemos, ocorrerá somente no final de 2014, e até lá é necessário que o Conselho Gestor tenha foco exclusivo no agora.
Ao propor essa iniciativa, que cabe exclusivamente a V.Sa., não estamos pretendendo que o Conselho Gestor seja um mero homologador de suas decisões. Pretendemos que ele ao menos não atrapalhe, com antecipação de práticas e estratégias destinadas a garantir sucesso nas eleições futuras.
Se realmente é caso de racha, que se resolva isso agora, porque ingovernabilidade não é assunto que possa ser varrido para baixo do tapete.
O Santos pode muito mais do que isso, e V.Sa. é o catalizador desse processo. E será cobrado por suas omissões.
Depois de solucionada a autoridade, objeto do nosso primeiro choque, entendemos ser absolutamente inadiável um CHOQUE DE LEGALIDADE.
Sob essa rubrica, elencamos uma série de atitudes e providências necessárias para situar a administração do clube dentro dos trilhos estatutários, a começar pelo primeiro: a estrita observância da prometida TRANSPARÊNCIA.
Essa, estatuída no artigo 78, letra b, que impõe à administração do clube o dever de uma gestão transparente, é exigência inafastável como princípio e como prática administrativa.
O que mais temos lido e ouvido diz respeito a atos de gestão desprovidos de explicação e prestação de contas, consubstanciadas principalmente nas inúmeras cláusulas de confidencialidade nos contratos celebrados com terceiros.
Apartar-se da transparência aumenta a sensação de que algo que não pode ser divulgado acabou de ser feito pelo clube, criando uma imensa massa de associados perplexos com negócios mal explicados, como por exemplo, a recente venda do atleta Neymar e a negociação da transferência do jogo Santos x Flamengo, emblemático por ter se transformado no recorde de renda de partidas de futebol no Brasil.
É preciso vir a público para explicar a razão de termos negociado uma partida com esse potencial por módicos R$ 800.000,00 (como divulgado pela grande mídia), numa partida que rendeu aproximadamente 7 milhões de reais brutos !
O choque de legalidade abrange também os contratos que celebramos com terceiros, e que acabam gerando publicidade negativa. V.Sa, por certo se incomoda com manchetes do tipo “Santos tenta dar balão na DIS”, “Santos não paga empresa tal”, “Santos tenta esconder os reais valores da venda de Neymar”. Se V.Sa. se incomoda com isso, imagine como se sente o associado, que não pretende que o Santos seja visto no mercado como um contratante ardiloso !!!
E há também a questão do Fundo TEISA, que não é tão terceiro assim, mas que mantém relacionamento com o clube, sem que saibamos exatamente quais os membros do Conselho Gestor que dele participam, quais são os membros do Conselho Deliberativo, quais são as condições gerais dessa “parceria” e quais os resultados obtidos.
A legalidade e transparência também impõem que V.Sa divulgue os acionistas desse Fundo que exercem cargos ou funções no clube. E se algum acionista participar do Comitê Gestor, impõe-se a V. Sa. o seu imediato afastamento, por infringência expressa do art. 61, parágrafo terceiro, dos nossos Estatutos.
A mídia atribui a V.Sa a afirmação de que o modelo de gestão do clube, com a criação do Conselho Gestor, ainda que tenha sido uma ideia louvável, engessa as decisões do clube. Se é assim, passou da hora de voltarmos ao regime presidencialista puro, devendo V.Sa, que detém o capital político do clube, propor a alteração já tardia. É da natureza humana o erro, e certamente a Assembleia Geral aprovará uma alteração estatutária nesse sentido.
Por último, e com igual importância, é absolutamente necessário um CHOQUE DE GESTÃO.
Os erros de dimensionamento da máquina administrativa estão escancarados e confessados pela atual administração do clube. Não por outro motivo, o clube tem dado mostras de que funcionários estão sendo afastados por salários elevados, devendo ser substituídos por outros, de menor custo e maior eficiência.
O corte, acreditamos, deve ser mais profundo. As notícias que temos são de uma máquina administrativa inchada e ineficiente, agravada em sua gestão. É preciso cortar na carne, não somente na gordura. É preciso adequar-se à nova realidade econômica do país. É preciso entender que saúde financeira é exigência para a administração de um clube de futebol nos dias de hoje.
Políticas de estabelecimento de tetos salariais dentro do clube são mais do que necessárias e o mesmo vale para os atletas profissionais que mantém vínculos com o clube.
Não pretendemos ensinar nada a V.Sa., mas alertá-lo de que há outras formas de se enxergar a realidade, não somente aquela à qual se apega a Administração para gerir o dia-a-dia do futebol.
E sabemos, por observação do que ordinariamente acontece, que a responsabilidade orçamentária é implacável com os clubes que a transgridem.
Acreditamos que passou da hora de romper o imobilismo, a letargia, para a construção de um Santos melhor. E isso não é um mote eleitoral....é pauta de sobrevivência !!!
A ONG Santos Vivo deseja estabelecer um canal institucional de comunicação com o clube, mas é preciso que o clube se abra a tais questionamentos, e que sinalize a MUDANÇA em seus rumos administrativos, para que saiamos desse atual estado de coisas. E, por um princípio de absoluta transparência, publicará a presente carta em seu site, para conhecimento de toda a coletividade santista, não somente da direção do clube.
Aguardamos o pronto atendimento das providências acima elencadas, rubricadas como Choques, e nos colocamos à disposição do clube, não como um movimento chapa branca ou de oposição raivosa, mas com o equilíbrio da cobrança e crítica responsável, necessários ao aprimoramento do clube que escolhemos para amar.
A partir do estabelecimento do canal direto de comunicação e discussão, e do atendimento dessa proposta mínima necessária para recolocar o Santos nos trilhos, encaminharemos nossas pautas e sugestões para a construção de um Santos melhor.
Ong Santos Vivo
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E na qualidade de Vice Presidente da ONG SANTOS VIVO convido todos os
amigos, torcedores, sócios, conselheiros do Santos FC e demais
interessados a comparecem ao 1º FÓRUM ALVINEGRO, que se realizará
amanhã, 29.06.13, às 10 horas na Avenida Ana Costa, 70 - Santos.
O evento é organizado pela Terceira Via Santista, que pretende ouvir as ideias e sugestões de todo torcedor do clube.
Desde já, em nome da ONG SANTOS VIVO, agradeço a Terceira Via pelo convite, que muito nos honrou.
A ONG SANTOS VIVO apresentará suas ideias e propostas para o Santos FC, bem como sugestões para o delicado momento administrativo em que o clube se encontra.
A ONG SANTOS VIVO JAMAIS SE FURTARÁ NA DEFESA DOS INTERESSES DO SANTOS FC.
Eu, menos ainda... mas isso nem seria necessário mencionar.
CONTO COM A PRESENÇA DE VOCÊS!
Até lá.
O evento é organizado pela Terceira Via Santista, que pretende ouvir as ideias e sugestões de todo torcedor do clube.
Desde já, em nome da ONG SANTOS VIVO, agradeço a Terceira Via pelo convite, que muito nos honrou.
A ONG SANTOS VIVO apresentará suas ideias e propostas para o Santos FC, bem como sugestões para o delicado momento administrativo em que o clube se encontra.
A ONG SANTOS VIVO JAMAIS SE FURTARÁ NA DEFESA DOS INTERESSES DO SANTOS FC.
Eu, menos ainda... mas isso nem seria necessário mencionar.
CONTO COM A PRESENÇA DE VOCÊS!
Até lá.
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