PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS !!!!
Não fosse a tradução de nossa surpresa e indignação com os últimos acontecimentos, esse título bem poderia ser o nome de uma novela.
É que não faltou no denso enredo que assistimos (perplexos), cenas de terror, suspense, intriga, violência, covardia e ação, ou melhor, omissão.....muita omissão.
Os atores foram perfeitos na trama. Ninguém parece saber, ao certo, se há bandidos ou mocinhos...e a perplexidade dá vez ao pior dos sentimentos que um torcedor ou associado do clube pode sentir: de que foi enganado, e de que há muita coisa por trás dessa história coberta por cláusula de confidencialidade.
Assistimos ao fim da era Laor com um pedido de licença médica de 12 meses (nem 11, nem 14, que coincidiria com o final do mandato), num final melancólico, carregado de ilações, suposições e acusações de golpe, sem que os santistas saibam quem foi golpeado e quem foi o golpeador....ou se todos foram co-partícipes dessa cena final.
Uma página triste da história do clube, a se somar aos fatídicos 8x0 da Catalunha, que deixou marcas indeléveis na alma santista.
A ONG acompanha de perto os acontecimentos e pretende exercer, de forma enérgica, o papel de fiscalização rigorosa de todos os desdobramentos dessa crise sem precedentes. Mas não o fará mais emprestando apoio, como fez ao identificar e alertar o presidente da existência de um golpe branco em andamento. Esse momento já passou.
O futuro alternativo que aguardava o presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro era outro, tivesse ele afastado de seu Conselho Gestor, naquele oportunidade, as peças que acabou afastando somente agora....com quase 3 meses de atraso; ou tivesse ele agido com clareza na condução do clube, eliminando a dubiedade que surgiu ao afirmar inicialmente um isolamento que acabou desmentindo logo após.
Aliás, tivesse ele entendido que era absolutamente imprescindível respeitar os Estatutos Sociais, não misturando assuntos da TEISA com os do Conselho Gestor, em clara ofensa estatutária, sua gestão sequer mereceria o enquadramento no impeachment que lhe foi ameaçado por mais de 100 valorosos conselheiros, em requerimento assinado e, surpreendentemente retirado pelo portador da referida petição (haja vista o fato de que licença médica não exime nenhum mandatário de sofrer processo de impeachment).
Enfim, à vista de tantos acontecimentos impactantes, a ONG decidiu que suas ações e posturas serão, agora, institucionalizadas, quando o caso, e judicializadas quando necessário. A época de alertas, de recomendações e de avisos terminou.
Paralelamente a isso, dará encaminhamento às propostas de alterações estatutárias que devem ser implementadas com urgência, para valerem para as próximas eleições, relacionadas à proporcionalidade absoluta do Conselho Deliberativo e à extinção da figura do Conselho Gestor nos moldes existentes, modelo que mostrou-se inadequado à gestão de um clube de futebol.
Lutaremos ao lado do torcedor e do sócio do clube pela legalidade na condução dos assuntos do Santos FC, pela transparência, pela gestão eficiente, pelo aprimoramento dos instrumentos de gestão, enfim, por um clube que volte a ser reconhecido como referência pelo futebol que pratica, não pela condução política claudicante e pelos negócios e assuntos obscuros que realiza.
Não fosse a tradução de nossa surpresa e indignação com os últimos acontecimentos, esse título bem poderia ser o nome de uma novela.
É que não faltou no denso enredo que assistimos (perplexos), cenas de terror, suspense, intriga, violência, covardia e ação, ou melhor, omissão.....muita omissão.
Os atores foram perfeitos na trama. Ninguém parece saber, ao certo, se há bandidos ou mocinhos...e a perplexidade dá vez ao pior dos sentimentos que um torcedor ou associado do clube pode sentir: de que foi enganado, e de que há muita coisa por trás dessa história coberta por cláusula de confidencialidade.
Assistimos ao fim da era Laor com um pedido de licença médica de 12 meses (nem 11, nem 14, que coincidiria com o final do mandato), num final melancólico, carregado de ilações, suposições e acusações de golpe, sem que os santistas saibam quem foi golpeado e quem foi o golpeador....ou se todos foram co-partícipes dessa cena final.
Uma página triste da história do clube, a se somar aos fatídicos 8x0 da Catalunha, que deixou marcas indeléveis na alma santista.
A ONG acompanha de perto os acontecimentos e pretende exercer, de forma enérgica, o papel de fiscalização rigorosa de todos os desdobramentos dessa crise sem precedentes. Mas não o fará mais emprestando apoio, como fez ao identificar e alertar o presidente da existência de um golpe branco em andamento. Esse momento já passou.
O futuro alternativo que aguardava o presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro era outro, tivesse ele afastado de seu Conselho Gestor, naquele oportunidade, as peças que acabou afastando somente agora....com quase 3 meses de atraso; ou tivesse ele agido com clareza na condução do clube, eliminando a dubiedade que surgiu ao afirmar inicialmente um isolamento que acabou desmentindo logo após.
Aliás, tivesse ele entendido que era absolutamente imprescindível respeitar os Estatutos Sociais, não misturando assuntos da TEISA com os do Conselho Gestor, em clara ofensa estatutária, sua gestão sequer mereceria o enquadramento no impeachment que lhe foi ameaçado por mais de 100 valorosos conselheiros, em requerimento assinado e, surpreendentemente retirado pelo portador da referida petição (haja vista o fato de que licença médica não exime nenhum mandatário de sofrer processo de impeachment).
Enfim, à vista de tantos acontecimentos impactantes, a ONG decidiu que suas ações e posturas serão, agora, institucionalizadas, quando o caso, e judicializadas quando necessário. A época de alertas, de recomendações e de avisos terminou.
Paralelamente a isso, dará encaminhamento às propostas de alterações estatutárias que devem ser implementadas com urgência, para valerem para as próximas eleições, relacionadas à proporcionalidade absoluta do Conselho Deliberativo e à extinção da figura do Conselho Gestor nos moldes existentes, modelo que mostrou-se inadequado à gestão de um clube de futebol.
Lutaremos ao lado do torcedor e do sócio do clube pela legalidade na condução dos assuntos do Santos FC, pela transparência, pela gestão eficiente, pelo aprimoramento dos instrumentos de gestão, enfim, por um clube que volte a ser reconhecido como referência pelo futebol que pratica, não pela condução política claudicante e pelos negócios e assuntos obscuros que realiza.
O Santos FC é do seu sócio e torcedor!
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